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Mostrando postagens com marcador Animais. Mostrar todas as postagens
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Impressionante: Serpente engole cobertor e precisa de cirurgia.

As serpentes também se enganam! Uma Píton birmanesa (Python molurus bivittatus) chamada Houdini de quase 4 metros pesando cerca de 30 quilos engoliu um cobertor elétrico enquanto tentava comer um coelho que estava sobre o cobertor. O cobertor, que era mantido na gaiola da píton com o objetivo de aquece-la, provavelmente enroscou-se no coelho enquanto este era engolido e acabou fazendo parte da refeição. A serpente precisou ser levada ao veterinário para uma cirurgia de emergência.
Os veterinários, que nunca haviam operado uma serpente antes, tiveram muita dificuldade em decidir onde a incisão deveria ser feita. Segundo um especialista, Houdini (18 anos) não sobreviveria muito tempo e provavelmente passou por um esforço muito grande ao engolir o cobertor. O processo todo pode ter demorado cerca de 6 horas. Felizmente o cobertor foi retirado e a serpente passa bem!
As serpentes criadas em cativeiro costumam mesmo se alimentar de coisas inusitadas, mas comer um cobertor nunca havia sido relatado. O exame de raio-x mostrava os fios internos do cobertor que conduzia o calor. As imagens mostraram que o cobertor ficou estendido até cerca de 2 metros do seu trato digestivo. As imagens eram tão impressionantes que o raio-x foi vencedor do concurso de radiografias chamado Vet Practice News’ annual “They ate what?” (ele comeu o que?) em que profissionais inscrevem suas radiografias de animais que engoliram coisas que não deveriam.


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Um feto de elefante abortado após a mãe ter passado por um grande estresse quando ficou atolada em um buraco.

Muitas pessoas me enviaram fotos de um elefante pequeno que tinha no máximo o tamanho de um gato adulto. A dúvida é se era realmente possível que um elefante fosse tão pequeno.
Claro que isso não é possível! Os elefantes tanto a espécie Asiática como a Africana já nascem bem maiores que este da imagem, pesando entre 100 e 150 kg e já medem mais de um metro. A imagem do elefante pequeno é real. No entanto, este é um feto e não está vivo. Segundo informações, depois de ficar presa em um atoleiro, a mamãe elefante que estava grávida, infelizmente, acabou abortando o filhote e morrendo. A gravidez de um elefante dura mais ou menos 650 dias. O feto da foto provavelmente já era gerado a mais de um ano, já parece completamente formado, mas ainda necessitava de tempo para desenvolver o cérebro, o pulmão, crescer e fortalecer os ossos e formar uma camada de pele mais resistente. Saber a idade deste feto é difícil, pois o estudo com desenvolvimento fetal dos elefantes é muito limitado, mesmo com tantos recursos modernos, os pesquisadores só conseguem perceber a gestação por ultrassonografia transretal a partir do 50º dia e a placenta somente com 85º dia, quando também já é possível perceber os batimentos cardíacos.
Assim que nascem os pequenos elefantes não possuem muita coordenação motora se movimentam mostrando desequilíbrio e necessitam do apoio da mãe para ficar de pé. Nesta fase não possuem muito controle da tromba, no máximo conseguem ergue-la para cima, mas não possuem habilidade para pegar coisas, assim utiliza o tato, olfato e audição para se guiar, uma vez que, sua visão é muito fraca nos primeiros dias de vida. Geralmente mamam cerca de 12 litros de leite por dia e são dependentes do leite materno até os 3 ou 4 anos de vida. Mas, quando estão com mais ou menos seis meses de idade, os elefantinhos costumam comer as fezes da mãe, de vez em quando. Parece nojento, mas esse comportamento é indispensável para que para que eles comecem o processo de desmame. Cerca de 60% do material fecal é fibra vegetal digerida. É esse o primeiro alimento sólido que estes animais ingerem. Além disso, as fezes da mãe contém, obviamente, bactérias que são essenciais para o desenvolvimento de anticorpos e para a digestão dos vegetais que ele irá ingerir após o desmame.
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Um elefante recém-nascido já pesa pelo menos 100 kg.
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18 animais curiosos

[Formiga pote de mel - Como vivem em regiões desérticas, elas dependem do néctar produzido por plantas que surgem apenas nos períodos chuvosos. Para armazenar todo esse néctar, algumas formigas são escolhidas para viverem como autênticos potes de mel, armazenando, no próprio abdômen, sem qualquer desperdício todo este alimento, para sobreviverem nos tempos secos.] leia mais aqui
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Gatos ameaçam meio ambiente matando bilhões de animais

Pássaros e pequenos mamíferos que se cuidem: estudo recente apontou que gatos (selvagens ou domésticos) são responsáveis por matar anualmente bilhões desses animais nos Estados Unidos – de acordo com dados analisados pela equipe, são mortos de 1,4 a 3,7 bilhões de pássaros e de 6,9 a 20,7 bilhões de mamíferos no país.
  • Gatos brilhantes podem nos ajudar a combater a AIDS
Para chegar a essa conclusão, pesquisadores do Instituto Smithsonian de Conservação de Biologia e do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos revisaram diversos estudos sobre as habilidade de caça de gatos. De acordo com a análise, o número de pássaros mortos anualmente por esses animais é quatro vezes maior do que se imaginava.
  • 10 Fatos sobre gatos que você provavelmente não sabia
“Nosso estudo sugere que eles são a maior ameaça para a vida selvagem dos Estados Unidos”, alerta o pesquisador Pete Marra. Embora o número de ataques praticados por gatos domésticos seja três vezes menor do que o de gatos “sem dono” (selvagens, perdidos ou de fazenda), a equipe ressaltou que os proprietários poderiam tomar mais atitudes de prevenção.
“Nós esperamos que a grande mortalidade de vida selvagem indicada em nossa pesquisa convença alguns donos de animais a mantê-los dentro de casa e que isso alerte autoridades e cientistas para a grande magnitude da mortalidade de vida selvagem causada por gatos”, disse.
  • O que aconteceria se todos os gatos do mundo desaparecessem?
De acordo com a equipe, mais animais estão sendo mortos nos Estados Unidos por gatos do que por atropelamentos ou envenenamento. Uma medida sugerida pela organização Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals foi a de colocar coleiras com sinos nos gatos domésticos, que podem diminuir em um terço o sucesso de suas caçadas.[BBC] [Science World Report] [RSPCA, foto de Marcelo Ribeiro]
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Por que cortar o rabo de seu cachorro é uma péssima ideia

Existem várias maneiras dos seres humanos compreenderem as intenções e sentimentos dos cães: através de seu latido, da maneira como inclinam a cabeça, do movimento de suas patas dianteiras, e, é claro, da abanação frenética de sua cauda.
A maioria dos proprietários de cães sabe ler seus companheiros caninos muito bem, graças a esses sinais. Não é nenhuma surpresa, portanto, que a prática de cortar a cauda de cães (caudotomia) tenha um efeito profundo sobre sua capacidade de se comunicar – e não só conosco, mas também (e principalmente) com outros cães.
Um estudo recente publicado na revista PLOS notou que a falta de uma cauda longa pode afetar seriamente a vida social de um cão.
Segundo a autora Emily Anthes, esse procedimento bárbaro de cortar vários centímetros da cauda de um cachorro, muitas vezes sem anestesia, pode também dificultar a sua capacidade de transmitir suas intenções para outros cães.
Anthes reviu uma pesquisa conduzida por biólogos da Universidade de Victoria, do Canadá, em que os cientistas procuraram por anomalias comportamentais potenciais causadas pelo comprimento da cauda de um cão.
Os pesquisadores usaram um cão robótico caracterizando ou uma cauda longa ou curta, e o expuseram a 492 cães em um parque.
Além do comprimento da cauda variável, o cão robótico foi feito para abanar a cauda ou mantê-la parada. Assim, há quatro diferentes condições em que o cão robótico foi apresentado a seus “colegas”: cauda curta parada, cauda curta abanando, cauda longa parada e cauda longa abanando.
Os pesquisadores documentaram e estudaram as várias maneiras que os cães sem coleira interagiram com o cão robô.
A primeira coisa que eles notaram foi que os cães menores quase sempre se aproximavam com cautela do cão robô. Já entre cães de tamanhos iguais ou maiores, diversos comportamentos interessantes surgiram.
Estes cães eram mais propensos a se aproximar do modelo robótico quando ele tinha uma cauda longa em movimento. Nesse caso, eles interagiram com o robô 91,4% do tempo.
Isso faz sentido porque a longa cauda era flexível: o movimento simulado pareceu se assemelhar ao de uma cauda balançando de um cão real. Este tipo de movimento solto é muitas vezes visto um convite para se aproximar, brincar; um sinal social de que o cão com a cauda abanando não é uma ameaça ao outro cão.
Por outro lado, um cão com a cauda perfeitamente parada não está emitindo esses óbvios sinais de “vem cá brincar”. Os cães de grande porte se aproximaram do cão robô com uma longa cauda parada com uma frequência significativamente menor: 74,4% do tempo.
Quando os pesquisadores trocaram a cauda longa pela curta, estas preferências desapareceram.
Cães grandes abordaram o robô de cauda curta abanando com quase a mesma frequência que abordaram o cão com a cauda imóvel (85,2% e 82,2% das vezes, respectivamente).
Isso sugere que os cães eram menos capazes de discriminar uma cauda que está sacudindo brincalhona de uma cauda parada quando a cauda é curta.
A conclusão do estudo é que os sinais transmitidos por diferenças em movimento são mais eficazmente transmitidos pelos cães quando sua cauda é longa.
Os cães de grande porte também foram duas vezes mais propensos a pausar enquanto se aproximavam do cão de cauda curta, talvez usando esse tempo para tentar decifrar se deviam continuar se aproximando.
Isso significa que os cães ficaram confusos sobre as intenções do cão robótico quando sua cauda era muito curta. Consequentemente, os cães que têm seus rabos cortados estão em uma situação similar – condição que provavelmente induz um estresse e incerteza significativos em suas vidas sociais.

Estética = mutilação

A caudotomia e outros procedimentos para modificar um cão por motivos estéticos, e não de saúde, não são recomendados.
Em 19 de março de 2008, o Conselho Federal de Medicina Veterinária do Brasil proibiu especialistas de realizarem cortes de orelhas para fins estéticos. A caudotomia ainda é possível, embora já seja banida em diversos países, como Áustria, Bélgica, Croácia, República Checa, Estônia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Holanda, Noruega, Polônia, Escócia, África do Sul, Suíça e outros.
Segundo Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, a cauda é uma “extensão” da coluna vertebral e é uma parte bastante sensível do corpo do animal, e qualquer corte estético é uma simples mutilação.
Embora o padrão de muitas raças recomende o corte (como rottweiler, por exemplo), a caudotomia não é obrigatória. Cães com cauda íntegra podem ter pedigree e participar de exposições do mesmo jeito.
Muitos proprietários já estão optando por não fazer a caudotomia, que é o correto, segundo Marcondes, já que devemos considerar o bem-estar do animal antes da estética, além do seu direito de se expressar e se comunicar naturalmente conosco e com a sua própria espécie.[io9, Caninest, R7]

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